Piauí confirma mais um caso de Febre do Nilo Ocidental, diz Sesapi

Foi confirmado na manhã desta terça-feira (28) mais um caso de Febre do Nilo Ocidental no Piauí. O paciente é um jovem adulto que sofreu um quadro de meningoencefalite e foi internado no Instituto de Doenças Tropicais Natan Portela, em Teresina no último mês de fevereiro. O paciente, no entanto, se recuperou bem e já recebeu alta com melhora clínica.


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De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesapi), o paciente é natural de e residente em Água Branca, mas apresentou os sintomas durante estadia em São Paulo. Conforme a secretaria, este é o sétimo caso de febre do Nino Ocidental diagnosticado no Piauí.

O médico Marcelo Adriano, explica no estado o trabalho de diagnóstico da doença é feito de forma eficaz e que até o momento já foram investigados 400 casos, destes 7 foram confirmados.

“Não há motivo para pânico, desde 2013 que fazemos um monitoramento ativo de todas síndromes neurológicas em pacientes que apresentem um quadro de febre do Nilo e que procure atendimento em todo estado seja na rede privada ou pública, Por isso, o principal é que a população evite contato com o vírus transmissor e não deixe se formem criadouros”, diz.


Paciente estava em tratamento no Hospital Natan Portella – Foto: O Dia

Os outros seis casos correspondem a pacientes residentes nos municípios de Aroeiras do Itaim, identificado em 24; em Picos, identificado em 2017, em Piripiri, também identificado em 2017; em Lagoa Alegre, identificado em 2019, em Teresina, diagnosticado em 2019 e em Amarante, também diagnosticado em 2019.

Monitoramento e prevenção

Desde 2013, a Secretaria Estadual de Saúde vem fazendo o monitoramento dos casos suspeitos da Febre do Nilo Ocidental no Piauí. A unidade médica de referência para o diagnóstico da doença é o Hospital de Doenças Tropicais Natan Portella. Como forma de prevenção, a Sesapi orienta que sejam tomadas medidas semelhantes às do combate à dengue, Zika e Chikungunya: evitar a proliferação de criadouros e o contato com mosquitos transmissores.

Fonte: Portalodia.com / Maria Clara Estrêla, por  Sesapi

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