Aulas dançantes no período de férias com o Grupo Cordão

0
37

A Associação dos amigos do Cordão Grupo de Dança (ACORDA) iniciou hoje (10), e segue até o dia 15, um curso de férias para artistas estudantes e iniciantes. O curso é gratuito e está sendo ministrado na Escola Municipal Porfírio Cordão, que fica na região do Grande Dirceu, na zona Sudeste de Teresina. O objetivo maior é oportunizar que crianças e jovens piauienses tenham experiências diversas relacionadas a atividades que permeiam o fazer artístico em geral, principalmente artistas da dança, tal qual a experiência do Corpo Cordão.

O Corpo Cordão é formado por jovens dançantes, estudantes e egressos da Escola Municipal Porfírio Cordão. O grupo foi instituído em fevereiro de 2005, sob a coordenação do professor Roberto Freitas (mestre em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília – UnB/2017), após um ano de experiências com aulas de dança sendo trabalhadas enquanto Educação Física Escolar, o grupo vem a 12 anos destacando-se por uma rede de pensamentos que conecta fazeres artísticos, educativos e de inclusão.

Segundo Roberto Freitas, coordenador do grupo, refletir sobre as subjetivas prisões impostas ao corpo humano, assumir a vida que nele se processa, provocar devires e a própria potência do existir foram questões que sempre se acoplaram ao fazer-dizer do Corpo Cordão, interferindo ativamente em seus 05 espetáculos (obras com mais de 20 minutos de duração), 03 trabalhos/suítes de curta duração (entre 10 e 20 minutos de duração), 43 coreografias (obras de até 10 min de duração) e 15 trabalhos temporários (criações feitas por encomenda para algum evento específico ou para campanhas publicitárias, que geralmente não eram incluídas no repertório de apresentações constantes).

“Ao longo desses 12 anos a atuação do Corpo Cordão cada vez mais tornou-se um ato político, no sentido de valorizar a arte da dança e seu acoplamento na composição de identificações que o levasse a desterritorialização de subjetividades engessadas, à valorização da obra de arte de dança, dos/as dançantes, e à própria afirmação da vida” explica.

Roberto Freitas conta ainda que “experimentar a vida por meio da dança, buscando o artístico, o educativo e social é o pensamento principal que move esse corpo, que se reforçam com outros corpos, outros fios e, deste modo, forma um cordão, que une toda a equipe do Cordão Grupo de Dança.

Comentários no Facebook